sábado, 12 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Novo Plano Nacional de Educação tem 20 metas; 4 são ligadas à valorização do professor

PNE 2011-2020 foi anunciado nesta quarta-feira, em Brasília; documento ainda será submetido à aprovação no Congresso

    O ministro da Educação, Fernando Haddad, entregou nesta quarta-feira, 15, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação (PNE) que irá vigorar na próxima década. O documento de 14 páginas estabelece 20 metas a serem alcançadas pelo país até 2020. Cada uma delas é acompanhada de estratégias para que se atinjam os objetivos delimitados. Algumas determinações já foram previstas em leis aprovadas recentemente ou fazem parte do PNE ainda em vigor.
    Pelo menos 20% das metas tratam diretamente da valorização e formação dos profissionais do magistério. Entre elas, a garantia de que todos os sistemas de ensino elaborem planos de carreira no prazo de dois anos, que todos os professores da educação básica tenham nível superior e metade deles formação continuada com pós-graduação – com a previsão de licenças para qualificação. O PNE ainda determina que o rendimento médio do profissional da educação não seja inferior ao dos demais trabalhadores com escolaridade equivalente.
    O plano inclui metas de acesso à educação infantil, ensino médio e superior. Ele reafirma a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada neste ano que determina a universalização da pré-escola até 2016 e acrescenta que 50% das crianças de até 3 anos devam ter acesso à creche até 2020, patamar que já estava apontado no atual PNE mas não foi atingido. Hoje, esse atendimento é inferior a 20%.
    No ensino superior, o PNE estabelece que 33% dos jovens de 18 a 24 anos estejam matriculados nesta etapa – hoje esse percentual é inferior a 15%, longe da meta de 30% que havia sido estabelecida no plano aprovado em 2001. Considerando toda a população, a taxa de matrícula deverá atingir 50% até 2020. No ensino técnico a matrícula deverá ser duplicada. O plano também determina que se atinja a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
    Outra meta é que todas as crianças sejam alfabetizadas até os 8 anos de idade e o analfabetismo na população com mais de 15 anos erradicado até o fim da década – essa última também já estava prevista no PNE em vigor, mas a taxa ainda é de 9,7%. A educação em tempo integral deverá ser oferecida em 50% das escolas públicas e os cargos de direção ocupados mediantes critérios técnicos e mérito. Hoje é comum que os diretores sejam indicações políticas das Secretarias de Educação.
    O Ministério da Educação (MEC) também incluiu no documento as metas de crescimento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que funciona como um termômetro da qualidade da educação. Até 2021, o País deverá atingir média 6 em uma escala de 0 a 10 – em 2009 a nota foi 4,6. Como Haddad já havia adiantado, o plano inclui a meta de investimento de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) na área.
    O presidente Lula encaminhará o projeto de lei ao Congresso Nacional que começará a discussão do texto na próxima legislatura. A previsão é que o novo PNE possa ser aprovado até o fim do primeiro semestre de 2011.
    Fonte:
    http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,novo-plano-nacional-de-educacao-tem-20-metas-4-sao-ligadas-a-valorizacao-do-professor,653937,0.htm

    segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

    HISTÓRIA DA MATEMÁTICA



    O desenvolvimento de algoritmos para nossas operações aritméticas elementares começou na India, por volta do séculoi X ou XI; esses algoritmos foram adotados pleos arábes e mais tarde transportados para a Europa Ocidental, e se modificaram até chegar sua forma atual. Um exemplo é a multiplicação. Veja um algoritmo utilizado para fazer esta operação. Vamos multiplicar 135 por 12.  Observe que cada quadadro é dividido ao meio, para colocar em baixo as unidades e em cima as dezenas, se houver. O produto é a soma dos números na vertical.


    abaixo um modelo com cores, para ficar mais fácil a visualização. 

    terça-feira, 11 de janeiro de 2011

    MATEMÁTICA E A MÚSICA

    MATRIZES E CRIPTOGRAFIA






    Uma forma bastante interessante de ensinar matrizes inversas e multiplicação de matrizes é utilizando a criptografia.  Vamos utilizar um método bastante simples que envolve matrizes inversas. Sejam A e B ,tal que B é a matriz inversa de A.

    Logo podemos verificar que AB=BA=1.
    A criptografia  é o estudo dos princípios e técnicas pelas quais a informação pode ser transformada da sua forma original para outra ilegível, de forma que possa ser conhecida apenas por seu destinatário. Vamos utilizar essas duas matrizes como ‘chaves’ para codificar e decodificar a mensagem. O rementente vai usar a matriz A para codificar a mensagem e o destinatário vai usar a matriz B para decodificar a mensagem.
    Para codificar uma mensagem o primeiro passo é convertê-la da forma alfabetica para uma forma numérica. Então vamos utilizar a tabela abaixo:


    A
    B
    C
    D
    E
    F
    G
    H
    I
    J
    1
    2
    3
    4
    5
    6
    7
    8
    9
    10

    K
    L
    M
    N
    O
    P
    Q
    R
    S
    T
    11
    12
    13
    14
    15
    16
    17
    18
    19
    20

    U
    V
    W
    X
    Y
    Z
    .
    !
    #

    21
    22
    23
    24
    25
    26
    27
    28
    29
    30

    O remetente e o destinatário devem conhecer essa tabela alfa-numérica e também pode fazê-la usando outras correspondências entre números e letras. Vamos codificar a seguinte mensagem: EU ACREDITO NA EDUCAÇÃO. Vamos fazer a correspondência entre as letras e os números usando a tabela dada.

                      

    Usamos o símbolo # entre as palavras para não causarmos confusão.
    Como temos a matriz decodificadora A de ordem 2 , (2x2), vamos colocar a sequência de números dispostos em uma matriz de duas linhas.  Se o numero de elemtos da mensagem for impar,  podemos acrescentar um caracter vazio. não vai alterar a mensagem. No caso o numero 30.



    Para codificar a mensagem , multiplicamos a matriz A por M , tal que N =A.M




    Assim;




    Os elementos de N , constituem a mensagem codificada
    29, 64, 116, 8, 13, 75, 18, 13, 30, 61, 60, 114, 24, 43, 87, 7 , 10, 57, 13, 9, 21, 41, 45, 85.

    quando a mensagem codificada chegar ao destinatário, ele usará a matriz B decodificadora para ler a mensagem. Sabendo que B.N= B.A.M = I.M. M, temos.
    Multiplicamos a matriz B por N.






    Finalmente, temos a matriz M=BN do remetente que é a mensagem original.
    Agora é só reverter os números utilizando novamente a tabela alfa-numérica.




    Note que na mensagem inicial revertida em números tem varias repetições de números , enquanto que a mensagem codificada não repetem números , tornado-a mais difícil de ser desvendada. O que precisa ser escondido são apenas as matrizes A e B.


    quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

    AS MÍDIAS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

    Ao longo do seculo XX, grandes teoricos contribuiram com pesquisas para melhorar a aprendizagem dos alunos. Piaget, Wallon, Vygostky e outros. Vygostky propos uma teoria socio- interacionista em que a aprendizagem dos alunos depende da relações estabeleciadas através da interação. Ele destaca a comunicação como aspecto importante para o desenvolvimento cognitivo.
    A informática surge como uma solução para implementar essas mudanças na educação, a medida que traz ferramentas capazes de mdificar métodos antes utilizados. O blog é uma dessas ferramentas que o professor pode utilizar para conseguir mudar o jeito tradicional de ensino . O blog é interativo, apresentam possibilidades de publicações de textos, fotos, videos, varios outros formatos e a ligação com outros blogs, formando uma rede. O visitante pode comentar, dar sugestões e fazer criticas. A assessibilidade é tambem um fator importante para as praticas pedagogicas porque torna o aluno ativo no processo de ensino, tornado-o critico, capaz de tomar decisões, ser responsável ( com horarios por exemplo) e de desenvolver o seu próprio conhecimento.
    Essa possibilidade do aluno ser ativo no processo deixa muitos professores com medo de perder a importância e tornar obsoletos. Na escola que estagiei, alguns professores têm resistência em utilizar as novas mídias e continuam com o quadro e pincel. Quando questionado sobre o tema , sempre diz que são experientes e que nunca teve problemas ensinado daquele jeito. É compreensivel, tal postura, porque o novo dar medo, e causa um desequilibrio, saindo da zona de conforto. Segundo Piaget, esse desiquilibrio é indispensável para a aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo. Acho que as teorias de Piaget que foram direcionadas para a aprendizagem das crianças devem ser aplicadas tambem a esses professores que resistem às mudanças. O professor precisa entender que ele passa a ser mediador, nesse novo processo, porque a informática , ou mesmo um blog despeja informações de forma ilimitadas. Nesse momento é que o professor precisa ser crítico para saber organizar metodoligicamente essa informações para que o aluno tenha uma aprendizagem de fato.